Gráfico polar do contributo da boa prática para os 17 ODS. O comprimento do raio corresponde ao impacto relativo para cada ODS.
A água potável, com qualidade e segurança, constitui um recurso limitado, cuja produção e distribuição acarretam custos significativos, pelo que a sua utilização em usos não potáveis como lavagens exteriores e rega de espaços verdes, é considerada um desperdício. Desta forma, é vital adequar a qualidade da água ao fim a que se destina, e, portanto, a utilização de origens alternativas de água para fins não potáveis, é estratégica para uma gestão mais eficiente e sustentável do ciclo urbano da água. No âmbito do aproveitamento de água de origens alternativas à rede de abastecimento, o município de Loulé encontra-se a desenvolver algumas iniciativas que permitirão reduzir o consumo de água potável da rede de abastecimento em usos urbanos não potáveis, com evidentes benefícios e ganhos ambientais e económicos. 1. Aproveitamento da água que aflora em nascentes existentes na cidade (ex.: Bicas Velhas), para rega de espaços verdes urbanos geridos pelo município. 2. A atividade da Mina de Sal-Gema de Loulé encaminha diariamente água subterrânea limpa para a rede de águas pluviais, que será em breve utilizada para usos não potáveis nas atividades municipais.